94% dos pais pretende comprar manuais escolares novos

Na sequência do “Estudo sobre as Intenções de Compra dos Portugueses no Regresso às Aulas 2016”, divulgado pelo Observador Cetelem, o site Dinheiro Vivo publicou um artigo em que se pode ler que “apesar de haver cada vez mais opções para troca e empréstimo de manuais escolares em segunda mão, a maioria dos portugueses mantém a intenção de comprar livros escolares novos”.

Segundo o estudo do Cetelem, 94% dos portugueses pretende comprar novos manuais escolares neste ano letivo, reforçando o que a APEL tem vindo a comunicar sobre a importância de uma utilização livre e adequada dos manuais escolar no processo de aprendizagem, sem qualquer tipo de limitação.

Diogo Lopes, diretor de Marketing do Cetelem, – citado pelo Dinheiro Vivo – assinalou que “no caso dos adultos que estudam, a utilização dos livros é diferente” e, por isso, “comprar em segunda mão ou pedir emprestado é mais frequente em estudantes adultos”. Estas afirmações corroboram as diversas opiniões que defendem que é crucial que a criança tenha a total posse do livro escolar, para dele fazer o devido uso, aproveitando todas as potencialidades que este oferece, dado que “a maioria dos manuais para crianças e jovens são simultaneamente teóricos e práticos (…) e isso dificulta a utilização por mais do que uma pessoa e justifica a preferência pelos livros novos”, como refere Diogo Lopes.

Os pais portugueses reconhecem que a compra de manuais escolares é um investimento que constitui uma mais-valia para a educação dos alunos, produzindo resultados duradouros.

A notícia do Dinheiro Vivo pode ser consultada em: https://www.dinheirovivo.pt/economia/94-dos-pais-preferem-comprar-livros-novos/

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