APEL quer ser ouvida pelo Provedor de Justiça sobre os manuais escolares

A APEL renovou, junto da Provedoria da Justiça, o interesse e a disponibilidade em cooperar com aquele órgão do Estado para prestar todas as informações e esclarecimentos necessários relativos à queixa apresentada por um movimento de cidadãos que implica as editoras no incumprimento da legislação que exige que os manuais escolares tenham a duração mínima de seis anos.

Essa disponibilidade foi manifestada pela primeira vez em carta enviada a 2 de outubro de 2015, na qual a APEL sublinhou a gravidade daquelas acusações que põem em causa o bom nome, o rigor e a seriedade das editoras associadas da APEL e, ao mesmo tempo, afirmou a certeza de que as mesmas eram, e são, infundadas.

Na sequência de um comunicado enviado hoje, os meios de comunicação social noticiaram o tema:

Rádio Renascença: http://rr.sapo.pt/noticia/55463/editores_querem_ser_ouvidos_na_provedoria_de_justica_sobre_manuais_escolares

Observador: http://observador.pt/2016/05/31/apel-quer-ser-ouvida-na-provedoria-de-justica-sobre-manuais-escolares/